Bom dia meus amigos! Hoje o dia começou bem cedo. Os operários do Comperj
já se dirigiram para a porta da Petrobras e logo após irão a Alerj, onde farão uma
manifestação. Estes profissionais reivindicam melhores condições e querem
alertar as autoridades sobre problemas de Itaboraí. Daqui a pouco volto com
mais informação sobre a manifestação.
Conheça um pouco as reivindicações dos trabalhadores do Comperj:
O impasse entre operários do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) com o Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Sindemon), continua sem acordo. Uma assembléia foi realizada nesta terça-feira e, como os patrões não aceitaram nenhuma negociação que não desconte os dias parados (de greve), uma nova reunião foi marcada para esta quarta-feira com a promessa da mobilização dos operários para realização de um ato de protesto em frente ao prédio da Petrobrás, no Centro do Rio, caso a assembleia não seja satisfatória.
“Como não estamos tendo nenhum resultado positivo com os patrões para a categoria, vamos pressionar órgãos como a Petrobras para ver se assim conseguimos que eles interfiram nessa negociação para garantir fluidez nesse processo. Os 20 ônibus já estão pré-contratados e, caso seja necessário, vamos nos dirigir para frente da Petrobras amanhã (hoje)”, disse o assessor de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e Mobiliário (Sinticom), Marcos Hartumg.
Já a assessoria do Sindemon, que representa as empresas prestadoras de serviço do complexo, informou que a princípio a proposta inicial não será alterada.
Os trabalhadores pedem aumento salarial de 12%, vale-alimentação de R$ 350 e o benefício chamado “folga de campo”, em que a cada 90 dias o empregado ganharia uma folga de três a cinco dias. Eles reivindicam também que os dias não trabalhados na paralisação de março não sejam descontados.
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